segunda-feira, 19 de maio de 2014

Mazal Tov IDF



É criada a IDF (Israel Defense Forces) 



As Forças de Defesa Israelitas foram criadas em Lag BaOmer de 1948. São formadas pelo Exército, Força Aérea e Marinha. O objetivo é defender a existência, a integridade territorial e a soberania do Estado de Israel e combater todas as formas de terrorismo que ameaçam a vida de seus habitantes.



2 caças F-16I da Força Aérea Israelita. Nestes modelos, 50% dos aviões foram substituídos por sistemas desenvolvidos e fabricados em Israel.


Forças de Defesa de Israel


As Forças de Defesa de Israel (em hebraico: צבא ההגנה לישראל, transl. Tzvá HaHaganá LeYisra'el, lit. "Exército de Defesa para Israel" ), conhecidas comumente no país pelo acrônimo hebraico Tzahal (צה"ל), são as forças militares de Israel, que englobam as suas forças terrestres, bem como a sua marinha e força aérea, e foram formadas durante a independência do país.

No período entre 1948 e 1949, quando Israel enfrentou os exércitos dos países árabes, que não aceitavam o estabelecimento do Estado Judeu, as antigas facções armadas dos sionistas foram reunidas e aparelhadas com armas e munições fabricadas ilegalmente e também doadas por outros países, em especial a Checoslováquia.

Mesmo em outras regiões do mundo, todos os cidadãos israelitas judeus maiores de 18 anos são aptos às Forças de Defesa.

Devido a seu treino rigorosíssimo, as IDF situam-se hoje entre as mais bem reputadas forças de combate do mundo, tendo actuado em cinco grandes conflitos, desde a sua criação, como também executado diversas operações "cirúrgicas”.





Exército, Marinha e Força Aérea possuem um conjunto unificado, encabeçado por um chefe de Estado-Maior, que é responsável perante o Ministério da Defesa e indicado para um mandato de três ou quatro anos.

Israel juntou-se em 1988 ao seleto e restrito clube de países lançadores de satélites de espionagem. Em 11 de Junho de 2007, foi lançado da base aérea israelita de Palmachim na costa mediterrânea de Israel um veículo espacial shavit carregando o satélite Ofek 7, capaz de detectar objetos de 70 cm sobre a face da terra.

Todos os cidadãos israelitas física e mentalmente aptos devem apresentar-se aos 18 anos de idade. Não apenas judeus, mas também druzos, circassianos e beduínos.



Cerimónia de recepção dos soldados israelitas.


Os cidadãos do sexo masculino servem por um período de três anos. Terminado o serviço obrigatório, cada um é indicado para uma unidade de reserva, na qual servirá por um período que varia entre 30 e 60 dias por ano e que pode ser prorrogado por mais tempo, dependendo da necessidade. Já é parte do cotidiano nacional o "rodízio" entre os cidadãos fardados e os que não estão servindo. Se desejar, o soldado pode seguir a carreira militar, alistando-se para permanecer no activo ou entrando para cursos de preparação de oficiais. Soldados e oficiais de carreira aposentam-se após 20 anos de serviço.

As IDF permitem a continuidade dos estudos bíblicos de soldados que seguem a religião, enquanto cumprem com o serviço militar obrigatório, e também se responsabiliza pela assimilação de imigrantes de diversas origens e idiomas que também são aptos a vestir a farda, aos quais são oferecidos cursos rápidos de hebraico e inglês para operar com as máquinas.


Soldados do IDF no Kotel


Também as mulheres devem prestar o serviço militar obrigatório em Israel. À imagem do que ocorre com os homens, as mulheres aptas são recrutadas aos 18 anos de idade, e servem por um período inicial de dois anos. Após o cumprimento desse serviço, as mulheres servem na reserva uma vez por ano, até os 24 anos de idade (enquanto seus pares masculinos servirão até os 40 anos de idade).



Mulheres no IDF


Os judeus ultraortodoxos eram isentos do serviço militar, a não ser que exercessem funções religiosas junto aos militares, como ministrar orações, ou exercendo programas que combinam estudos religiosos com o serviço militar, em hebraico, Hesder. Mas em recente votação no parlamento, os judeus ultraortodoxos passarão, a partir de 2017, também a servir ao exército como os outros cidadãos.



Fontes:


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