sexta-feira, 30 de setembro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Fabio Gorodski | VARIEDADES, uma narrativa e vários episódios
Um Livro a não perder:
Encomende já o seu:
Fabio
Gorodski
Fabio Gorodski é graduado em composição musical (UNESP),
mestre em composição eletroacústica (Conservatório Superior de Colónia) e
doutor em estética, ciências e tecnologias das artes (Universidade Paris 8).
Teve o prazer de trabalhar, colaborar e aprender com Beat Furrer, Edson
Zampronha, Flo Menezes, Hans-Ulrich Humpert, Horacio Vaggione, José Manuel
López López, e Luciano Berio, entre outros.
Teve suas obras instrumentais e
eletroacústicas executadas em inúmeros concertos no Brasil e na Europa, sendo agraciado
com vários prémios. Fez incursões pelas artes visuais – com a concepção e
realização de dois videos experimentais apresentados no 'One Minute film &
Video Festival' (Suiça) – e pela educação e sensibilização artística – com a
participação no projeto multidisciplinar Homenagem a Calder (Conservatório do
Pays de Montbéliard, França).
Seu poema "Coda" ganhou adaptação em
curta-metragem no Projeto Cine(Poe)mas 2014, e no mesmo ano o presente livro de
contos recebeu a menção honrosa no Concurso de Literatura Cidade de Belo
Horizonte.
domingo, 14 de agosto de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Cartas de Lisboa | Pinchas
Pinchas
Iris Wexler painting
A Parsha desta semana apresenta em detalhe as muitas
oferendas a serem efectuadas no Templo. Ainda que obviamente muito importantes
na rotina do ritual Judaico, não se esperaria encontrar aqui uma mensagem que é
a mais universal de todas as muitas mensagens incluídas na Torá.
Ainda assim, é exactamente isso que acontece de acordo com
o Rabi Jacó Ibn Chaviv, autor do Ayn Yaakov, o qual viveu em Portugal durante o
período da expulsão, e que identifica um versículo da nossa Parsha como a
mensagem quintessencial da Torá.
Bamidbar 28:4 "Uma ovelha será oferecida por ti pela
manhã e a outra ovelha será oferecida por ti pela tarde”. Este mandamento refere-se
ao “Corban Tamid”, a oferenda diária de cada manhã e tarde, diz-nos ele, é o
verso mais geral e inclusivo da Torá.
Rachelle Levinstsn
painting
Como assim? O
que é que nesta mensagem tão simples é tão importante ao ponto de ser
considerada a mensagem central da Torá para todos nós?
A resposta é a de que o ponto fundamental é a consistência.
Este sacrifício oferecido duas vezes ao dia é referido como o “tamid”, o
constante. Todo e cada dia do ano, desde o mais sagrado ao mais mundano, de
manhã e a tarde o “Tamid” era oferecido no Templo.
Cada dia trás novos desafios, quer externos, quer ditados
pelo ambiente em que nos movemos, ou – e bem mais difíceis – lutas internas que
cada um de nós encontra. Aqui a virtude da consistência é de importância
extrema.
Na sua vida pessoal o Rabi Ibn Chaviv teve experiências de
tremenda e abrupta mudança, como aliás todo o Povo Judaico dessa época. Durante
este período em Portugal um dos seus filhos foi convertido à força e o
cumprimento, mesmo das partes mais simples dos costumes e rituais Judaicos
tornou-se uma questão de vida ou de morte.
Ainda que os altos e baixos da nossa vida não sejam
felizmente tão drásticos, continua a ser possível para nós compreender a
profundeza da sua mensagem. Independentemente do que nos rodeia e de como nos
possamos sentir a cada momento, temos de continuar a nossa tarefa de cumprir a
nossa missão de cumprir a Torá e todos os seus Mandamentos todos os dias.
Shabbat Shalom!
Cortesia do Rabino
Eli Rosenfeld
chabadportugal.com
sexta-feira, 22 de julho de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
"LA LOUANGE"
Shabat
Shalom!
Yehiel Attias peinture
"LA LOUANGE"
Huile sur toile | 55/65
Fonte
e Contacto do Artista:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100005347845067&fref=nf&pnref=story.unseen-section
domingo, 10 de julho de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
"Mur de Jérusalem" By Batsheva Bouskila
Shabat Shalom!
Ver
mais obras e contacto da pintora:
https://www.facebook.com/batsheva.bouskila?fref=nf&pnref=story
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Cartas de Lisboa | Palavras
Shelach
Na Parsha
desta semana lemos sobre a história dos espiões. Moisés escolheu doze pessoas
para explorar a Terra de Israel. Quando eles regressam e apresentam o seu
relatório, tudo parece desmoronar-se. Os espiões discutem o que descobriram, e
o Povo Judeu revolta-se contra Moshe e expressa o desejo de voltar ao Egipto!
A questão
que preocupa todos os comentadores da Torá é saber exactamente o que os espiões
fizeram de errado. Não estavam eles a ser simplesmente fiéis à sua missão ao
apresentar o relatório sobre o que viram?
Dom Abarbanel
no seu comentário a esta Parsha mostra-nos como nas palavras dos espiões
podemos ver as suas verdadeiras intenções.
Moisés pediu aos espiões para se concentrar em três questões principais.
Como
são os povos da terra? Fortes ou fracos?
Como
são as cidades? São fortificadas e muito povoadas?
Por
último, como é a terra? Há frutas? E como são as árvores?
Quando os espiões voltaram, responderam Ao último conjunto de
perguntas em primeiro lugar, imediatamente falando sobre as frutas e produtos agrícolas
quando isso era a última coisa que Moisés tinha solicitado!
Pintura de Giovanni Lanfranco – “Moses and the
Messengers from Canaan”
É aqui, diz Dom Abarbanel, onde podemos ver algumas das
influências subtis das intenções negativas dos espiões. Embora eles respondam
com verdade às perguntas de Moisés, eles tinham a sua própria agenda.
Esta agenda foi visível na forma como eles apresentaram as suas
descobertas. Em vez de responder a cada uma das perguntas de Moisés na ordem em
que foram apresentadas, eles respondem ao último conjunto de perguntas em
primeiro lugar.
Diz Dom Abarbanel,
eles fizeram isto para discutir rapidamente os aspectos positivos e minimizar o
seu valor. Sim, o fruto é fantástico, mas não pensem muito nisso, porque é
inacessível.
A intenção era colocar as perguntas anteriores, sobre as
fortificações e força dos locais, no final, de modo a poder elaborar e
salientar estes desafios, fomentando assim o medo.
Shabat
Shalom!
Cortesia
do Rabino
Eli
Rosenfeld
chabadportugal.com
terça-feira, 28 de junho de 2016
JUDEUS E CRISTÃOS...
…NOS
RETÁBULOS DA ESPANHA MEDIEVAL
COMUNHÃO
OU CONVIVÊNCIA TOLERADA?
A convivência entre mouros, judeus e
cristãos na Península Ibérica, que decorreu da invasão árabe em 711, passando
pela reconquista cristã, está envolta num certo mito de coexistência idílica,
de fraternidade multicultural. A verdade, porém, é que as minorias religiosas,
quer do lado muçulmano, quer do cristão, eram toleradas num regime de excepção.
Como tal, não só não tinham os mesmos direitos da maioria, da qual eram
separadas e demarcadas, como estavam sujeitas a todo o tipo de arbitrariedades.
Para os judeus esta discriminação era sentida, tanto do lado cristão, onde, por
exemplo, no Verão de 1391, nos reinos de Castela e Aragão os massacres
atingiram picos de violência inauditos, como do muçulmano; no século XV, no
moderado reino mouro de Granada, era imposto aos judeus o uso de uma sineta, o
joljol.
Baptismo
das Mouriscas, baixo-relevo do altar-mor da Capela Real de Granada
A conquista do reino de Granada em 1492,
por Fernando e Isabel, resultou em conversões forçadas maciças e na expulsão
dos judeus de Espanha (com reflexos em Portugal, que quatro anos depois
expulsou mouros e judeus). Em breve seria consumada uma nova realidade política
e religiosa ─
um rei, um reino, uma religião. Feito este preâmbulo, concentremo-nos no tema
deste artigo: judeus e cristãos nos retábulos da Espanha medieval.
Os
Retábulos
O Nascimento de São João Baptista,
Retábulo com cenas da vida de São João Baptista, Domingo Ram, Aragão (activo
entre 1464-1507), The Metropolitan Museum of Art
Uma das regras da pintura medieval era a
sua contemporaneidade, o que a torna num manancial de informação sobre o viver
da época. Na Espanha medieval, cristãos, judeus e conversos, trabalhavam juntos
na mesma oficina, produzindo retábulos ou ilustrando manuscritos.
Os retábulos eram pinturas sobre painéis
de tábuas, isolados ou em sequência temática e cronológica que enchiam o fundo
dos altares. Os cristãos que sabiam ler eram poucos, assim o catecismo tinha de
ser reforçado com a leitura de imagens. Toda a Igreja se transformava num
grande livro ilustrado.
A Crucificação, Retábulo com cenas da
vida de São João Baptista, Domingo Ram, Aragão (activo entre 1464-1507), The
Metropolitan Museum of Art
Neste
painel dedicado à Crucificação, podemos observar o episódio dos soldados romanos
que, depois de crucificarem Jesus, repartiram as suas vestes e fizeram um
sorteio para ver quem ficava com o manto. Sem esquecermos o conceito de
contemporaneidade na pintura medieval, ao olharmos para estas quatro figuras
não temos a percepção de ver soldados, mas antes judeus comuns, com destaque
para o ancião.
Este detalhe exprime a imagem que a
Igreja queria dar dos judeus, que podemos sintetizar em dois princípios:
tolerância e aviltamento. Santo Agostinho defendeu que os judeus tinham de ser
um povo pequeno, pobre e abatido, para lembrar à Humanidade o que acontece
quando se rejeita Cristo. Para ser pequeno, pobre e abatido, o judeu tinha de
ser aviltado e reduzido à infâmia. Mas tinha de ser tolerado no seio da
sociedade cristã, pois só assim podia cumprir a sua função de lembrar à
Humanidade o que acontece quando se rejeita Cristo. E, porventura, haveria
maneira mais eficaz de o fazer do que acusá-lo de deicídio?!
Miguel
Jiménez/Martin Bernat, “Os Profetas Jeremias, Joel e Miqueias”, Retábulo
de
Santa Cruz de Blesa (1483-1487), Saragoça
A inclusão dos profetas da Bíblia Hebraica
na iconografia dos retábulos inscreve-se no pensamento teológico cristão, que
estabelece a concordância entre a mensagem do Antigo Testamento, onde os
profetas anunciam a salvação, com o Novo Testamento, onde se cumpre a mensagem
com o sacrifício de Cristo na cruz.
Jaume Huguet, O Anjo Custódio conduz o
Povo Hebreu na Travessia do Mar Vermelho, painel do Retábulo de São Bernardino
e do Anjo Custódio (1462-1475), Museu da Catedral de Barcelona
Numa
política de domínio cristão, esta concordância podia ainda ser moldada à vida
dos santos, como no caso do Retábulo de São Bernardino e o Anjo Custódio, onde
podemos observar o Anjo Custódio conduzindo o povo hebreu na travessia do Mar
Vermelho.
Anónimo, Cristo entre os Doutores, séc.
XV, Catalunha,
The Metropolitan Museum of Art
Vários pintores do século XV que
trabalharam para a Igreja em Espanha, adoptaram o conceito da vida comunitária
no espaço judaico ─ a sinagoga e a judiaria ─ como modelo para representar o antigo Templo e a Terra
Santa em pinturas sobre a vida de Jesus ou dos santos; esses judeus
contemporâneos foram, em certa medida, substitutos daqueles que viveram durante
os primeiros séculos da história da Igreja. Os retábulos são uma fonte
riquíssima de informação sobre o interior das sinagogas e do cerimonial que
nelas se desenrolava, onde os judeus de Espanha ganham vida, personificando
gente de carne e osso.
“Cristo entre os Doutores” refere-se a um
episódio do Evangelho de Lucas (2:41-51), onde se descreve a ansiedade dos pais
de Jesus que procuravam o filho adolescente, desaparecido durante as
festividades da Páscoa. Ao cabo de três dias encontraram-no, no Templo, entre
os doutores. Nesta pintura espanhola, Maria e José parecem implorar ao filho
que regresse a casa, enquanto Jesus, inclinado, lhes faz um gesto como que a
dizer «só mais um minuto». O Templo é retratado como uma sinagoga
contemporânea, com as suas lanternas mouriscas, os judeus sentados a estudar o
texto sagrado, ao fundo a Arca Sagrada (Aron Kodesh), e a bimah (pódio para a
leitura da Torah), onde Jesus se encontra. Entretanto, escavações na Judiaria
de Lorca, uma cidade na província espanhola de Múrcia, puseram a descoberto uma
sinagoga que se assemelha à retratada nesta pintura anónima catalã do século
XV.
Painéis com cenas da vida de São João
Baptista, Domingo Ram, Aragão (activo entre 1464-1507),
The Metropolitan Museum
of Art
Na Idade Média, judeus e
cristãos tinham o hábito de assistir aos serviços uns dos outros, por razões de
disputa religiosa. Esta prática de ouvir e julgar os sermões da tribo rival terá
contribuído para um certo grau de conhecimento. No caso espanhol, mercê da
convivência entre cristãos, judeus e conversos, encontramos em alguma pintura
evidências de um conhecimento muito específico da cultura religiosa hebraica.
O Sumo Sacerdote e a Corrente Dourada
Painel de um Anjo a aparecer a Zacarias
(Retábulo com cenas da vida de São João Baptista), Domingo Ram, Aragão (activo
entre 1464-1507)
The Metropolitan Museum of Art
O
tema cristão aqui ilustrado ─ a Anunciação a Zacarias ─, retrata Zacarias (pai de São João Baptista) no seu
papel de Sumo Sacerdote, em Yom Kippur (Dia do Perdão), sozinho no Santo dos
Santos. Zacarias veste uma túnica sumptuosa, donde pendem sinos e romãs,
conforme a solenidade do acto e o seu estatuto religioso. Muito do que sabemos
sobre o serviço de Yom Kippur no Tabernáculo (mais tarde no Templo em
Jerusalém), consta do Levítico (Lev. 16-20), mas há um detalhe na pintura ─ a corrente
dourada ─ que deriva
de textos bastante mais tardios: o Tratado Talmúdico Yoma e o Zohar (Livro do
Esplendor).
Os textos falam de uma corrente dourada
que seria presa à perna do Sumo Sacerdote, enquanto este estava sozinho no
Santo dos Santos. Do lado de fora, encontrar-se-ia um outro sacerdote, cuja
missão era a de puxar o Sumo Sacerdote, caso ele morresse enquanto cumpria os
seus deveres sagrados.
Terá sido um judeu, quem sabe um judeu
convertido ao cristianismo, a incluir um detalhe tão específico no retábulo de
Domingo Ram?
Nota:
O Zohar, considerado a obra mais importante da Kabbalah, é um comentário
místico sobre a Torah e foi escrito ou compilado em Espanha nos finais do
século XIII. O entusiasmo despertado pelo Zohar foi partilhado por muitos
académicos cristãos do século XVI, como Pico della Mirandola, Reuchlin, Egídio
de Viterbo, etc., que acreditavam que o livro tinha provas sobre a verdade do
Cristianismo.
Artigo elaborado por
Sónia Craveiro
Muito obrigada
Fig.1 – Capa de “Uneasy Communion – Jews, Christians
and the Altarpieces of Medieval Spain”, editado por Vivian Mann
Fontes:
MAALOUF, Amin, “O Leão Africano”, Bertrand Editora;
“O Retábulo do Paraíso”, Serviço de Educação, MNAA;
“Bíblia Sagrada – Marcos 15:24”, Editora Paulus;
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Cartas de Lisboa | Beha'alotecha
Beha'alotecha
Yoram Raanam
Há setenta e cinco anos na data
de hoje, 17 de Sivan, o Rebe saiu de Lisboa
para Nova Iorque.
O Rebe by Michael Khundiashvili
O Rebe, Rabino Menachem Mendel Schneerson, De Abençoada
Memória, tinha chegado em Lisboa apenas alguns dias antes. Tendo obtido
passagem no navio português, o Serpa Pinto, chegou a Portugal como ponto de
paragem na sua jornada para a liberdade.
Navio
Serpa Pinto
Um dia antes da partida, o Rebe
registou no seu diário a análise de uma secção do Talmude da perspectiva do
Misticismo Judaico.
O Talmude diz: "Ben David (Mashiach) não virá até que
se procure peixe para uma pessoa doente sem tal encontrar" (Sanhedrin 98)
O foco começa imediatamente nas palavras "Ben
David" (literalmente, “filho de David”), o futuro líder do Povo Judeu, que
será um descendente do rei David.
Por que é que o Talmude não usa o próprio nome Mashiach?
Diz o Rebe, embora "Ben David" certamente se refira a Mashiach, o seu
uso neste contexto deve nos ensinar algo.
Para tal ilustrar, o Rebe compara o significado literal de
ambos os termos. O nome "Mashiach" significa "o ungido" e
"Ben David" significa “o filho de David”.
Ser “ungido” é um reflexo dos méritos próprios e qualidades
individuais. Presumivelmente é um conjunto de traços positivos de caráter
positivo que tornam, desde logo, a escolha merecida! O nome de “o filho de
David”, contudo, não nos diz nada sobre o indivíduo em questão. Tudo o que nos
permite saber é que este indivíduo é um descendente de David.
Rei David by Gerard
Van Honthorst
É precisamente por esta razão, diz o Rebe, que este termo
“Ben David” é usado. A solução para o estado da doença que o Talmude descreve é
a vinda de "Ben David."
Em hebraico, a palavra "Chole" (חולה) descreve uma pessoa doente. O
valor numérico desta palavra é 49. No Misticismo Judaico o número 49 representa
o maior e mais profundo nível que uma pessoa pode atingir na sua busca pela
espiritualidade e na sua relação com D-us.
A "porta 50" está além da capacidade de seres
mortais conseguirem atingir por conta própria. (Ilustrando esta ideia, é a
recente contagem de 49 dias que antecederam o Festival de Shavuot. Embora a
Torá tenha sido dada no 50º dia, só contamos até às 49, o último nível é-nos dado
pelo próprio D-us.)
Isto é o que leva à doença espiritual, a um desejo e
sentimento constantes que não podem ser atingidos.
A solução, portanto, é a vinda de "Ben David." Ao
contrário da palavra Mashiach que descreve um certo nível de grandeza, o nome
"Ben David" denota apenas a qualidade de estar totalmente dedicado e
imerso na nossa missão e propósito neste mundo.
Não é mais talento ou ambição pessoal que está faltando à
"pessoa espiritualmente doente". A chave e o "remédio" para
inaugurar um mundo perfeito e belo é a qualidade mais básica e elementar da
humildade e devoção.
Shabat
Shalom!
Cortesia do Rabino
Eli Rosenfeld
chabadportugal.com
Subscrever:
Mensagens (Atom)






































