quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O Shofar!



Shofar (do hebraico שופר shofar) é considerado um dos instrumentos de sopro mais antigos. Somente a flauta do pastor – chamada Ugav, na Bíblia – tem registro da mesma época, mas não tem função em serviços religiosos nos dias de hoje.

Pintura de Philippe Vanackere


O shofar não produz sons delicados como o clarim moderno, a trombeta ou outro instrumento de sopro, mas para os judeus, o shofar não é apenas um instrumento "musical". É um instrumento tradicionalmente sagrado.

Na tradição judaica, lembra o carneiro sacrificado por Avraham (Abrão) no lugar de Yitschac (Isaac) através da história da Akedá (amarração de Yitschac), lida no segundo dia de Rosh Hashaná.


Pintura de Caravaggio


Nos tempos antigos, o shofar era usado em ocasiões solenes. A palavra shofar é mencionada pela primeira vez em conexão à Revelação Divina no Monte Sinai, quando "a voz do shofar era por demais forte e todo o povo do acampamento tremeu". Assim, o shofar em Rosh Hashaná (ano novo judaico) tem o dever de lembrar aos judeus suas obrigações para com seus serviços religiosos.


Pintura de Anne Cameron Cutri


O shofar também era tocado durante as batalhas contra inimigos perigosos. Portanto, o shofar de Rosh Hashaná também servia como um grito de guerra contra o inimigo interior, impulsos maus e paixões.


O Shofar no Midrash


O shofar é feito de um chifre de animal casher (considerado limpo). Qualquer chifre pode ser usado para o shofar, exceto vaca ou touro, pois estes chifres são chamados em hebraico de "keren" e não shofar, e também porque seu chifre poderia remeter ao Bezerro de Ouro que os filhos de Israel fizeram no deserto, ao deixarem o Egipto. Geralmente, e de preferência, o shofar é feito de um chifre de carneiro, em memória do carneiro que foi oferecido em lugar de Yitzhak (Isaac), que permitiu-se ser atado e colocado sobre o altar como um sacrifício a Deus.

Um shofar no estilo Iemenita

O shofar é tocado em Rosh Hashaná após a leitura da Torá, antes e durante a prece de Mussaf. Embora uma mitsvá não deva ser adiada, havia uma boa razão para adiar o toque do shofar para depois da leitura da Torá. Isso aconteceu numa comunidade judaica cercada por inimigos, em que o shofar foi tocado de manhã bem cedo. Os inimigos pensaram que os judeus estivessem convocando para uma rebelião contra eles, então os cercaram e os mataram. A partir daí decidiu-se por tocar o shofar após a leitura da Torá, pois quando os inimigos viam que os judeus já haviam feito parte de suas preces pacificamente, percebiam que era uma reunião pacífica para a oração, e não uma rebelião contra eles.


Rashi explica que houve um tempo quando os judeus foram proibidos de tocar o shofar. Guardas eram colocados para os vigiar até que o serviço da prece de Shacharit estivesse concluído. Os judeus por isso tocavam o shofar mais tarde, durante o serviço Mussaf, e assim permaneceu esta regra, de tocar o shofar após o serviço de Shacharit. Existe ainda outra razão: pois naquela época os judeus já eram coroados com mitsvot, os preceitos entre os quais tsitsit, Shemá, e a leitura da Torá: então vem o shofar e lhes traz o tempo do perdão. 


Qual é o significado do toque do shofar?


O shofar nos chama para acordarmos de nossa letargia mental pelas coisas terrenas e clama para que possamos despertar e nos envolver com as necessidades de nossa alma. É como um alerta: nos inspira temor lembrando que este é o Dia de nosso julgamento. A mensagem do shofar, segundo Maimônides, é:


"Acordai de vosso sono e ponderai sobre os vossos feitos; lembrai-vos do Criador e voltai a Ele em penitência. Não sejais daqueles que perdem a realidade de vista ao perseguirem sombras ou esbanjam anos buscando coisas vãs que não lhes trazem proveito. Olhai bem vossas almas e considerai vossos actos; abandonai os caminhos errados e os maus pensamentos e voltai a D'us, para que Ele tenha misericórdia para convosco!"


Uma lição de humildade


Rosh Hashaná chama-se também Yom Teruá (Dia do Toque). Neste dia, é obrigação de cada judeu ouvir o shofar. Por ser finalidade do shofar inspirar-nos humildade e sentimentos de arrependimento, podemos compreender o porquê do shofar não ser ricamente decorado.

Os ornamentos não o tornam inadequado, desde que fiquem apenas do lado externo sem que suas paredes sejam perfuradas. Isto nos serve como lição da importância da simplicidade e humildade. Como o shofar que se torna inadequado se qualquer ornamento de ouro ou prata atravessar o osso do qual é feito, assim também nos tornamos seres humanos insignificantes se permitirmos que o ouro e prata sejam tão importantes na vida a ponto de "perfurar o osso" e se apossar da mente e da alma.


Pintura de Carole Spandau

Esta é a função mais importante dos sons do shofar: inspirar a alma e provocar vibrações extraordinárias no coração, activando o sentimento do arrependimento e humildade.




Ler sobre:

As bênçãos que antecedem o toque

Os toques

O despertar de nosso sono

Na fonte deste artigo:


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Sabia que...



Nico Castel é um cantor lírico de origem portuguesa, descendente de uma família sefardita. Nasceu em Lisboa, em 1931, cresceu na Venezuela e estabeleceu-se nos EUA. Em 1969 estreou-se no Metropolitan Opera House de Nova Iorque, onde cantou durante 35 anos, 25 dos quais também como professor de dicção.  






Não obstante a carreira brilhante, um maestro inglês exigiu-lhe uma audição para o desempenho de um papel. O vídeo que se segue é isso mesmo. Nico Castel aceitou o desafio e fê-lo com muito humor. Ora vejam: 




Nico Castel - Ariadne auf Naxos Haushofmeister Audition 


Um Cantor com um excelente Humor!



Enviado pela nossa amiga
Sónia Craveiro
Obrigada J
Beijinhos

Fontes:

A Chama está nos Espinhos!



Um menino pede ao pai que lhe explique as diferenças entre irritação, agravação e frustração.


Pintura de Galina Mazin Datloof





O pai pega o telefone e disca um número ao acaso. Quando alguém atende, ele pergunta: 





“Por favor, posso falar com Alf?”

“Não há nenhum Alf aqui.” E a pessoa desliga.
“Isso é irritação,” diz o pai.

Ele pega novamente o telefone, disca o mesmo número e pergunta por Alf pela segunda vez.

“Não – não há ninguém chamado Alf. Pare. Se você ligar de novo vou telefonar para a polícia.” Fim da conversa.
“Isso é agravação.”

“Então quando é frustração?” Pergunta o filho.

O pai pega o telefone e disca pela terceira vez.
“Alô, aqui é Alf. Houve algum telefonema para mim?”


A Visão


A sarça-ardente pintada por Marc Chagal


A visão inaugural na qual Moshê foi designado para se tornar o moldador da Nação Judaica e seu eterno professor, deveríamos presumir, contém a essência do Judaísmo.



Moshê, pastoreando as ovelhas de seu sogro no deserto do Sinai, de repente avista uma sarça-ardente. “O anjo de D'us apareceu a Moshê numa tocha de fogo em meio a uma sarça-ardente,” lemos na porção Shemot. Ele viu e pasmem! O arbusto estava ardendo em fogo mas não era consumido. 

Moshê disse consigo mesmo: ‘Devo ir para lá e contemplar essa grande visão – por que o arbusto não está queimando com as chamas’”. Quando Moshê se aproximou da cena, D'us Se revela a ele, encarregando Moshê com a missão de liderar o povo judeu à redenção.

Qual era o simbolismo espiritual e psicológico por trás da visão de uma sarça-ardente?




Árvores Humanas e Arbustos



“O homem é uma árvore do campo,” declara a Torá. Todos os seres humanos são comparados a árvores e arbustos. Assim como as árvores e os arbustos, nós contemos raízes ocultas, motivos e impulsos enterrados por baixo do nosso ser consciente. Assim como as árvores e os arbustos, também possuímos uma personalidade que é exibida visivelmente, cada qual em forma e tipo diferente.

Alguns seres humanos podem ser comparados a árvores altas e esplendorosas, com troncos fortes envoltos por galhos, flores e frutos. Outros podem ser comparados a arbustos, plantas humildes, sem a estatura e majestade das árvores. Alguns indivíduos podem até se ver como moitas de espinhos, abrigando tensão e conflito mal resolvido. Como um espinho, seus conflitos e dificuldades são uma fonte de constante irritação e frustração, pois eles nunca se sentem contentes e completos consigo mesmos.

Todas as pessoas – todas árvores e arbustos – estão em chama. Cada pessoa possui um fogo ardente dentro de si, ansiando por um significado, compleição e amor. Assim como a chama de uma vela está para sempre lambendo o ar, subindo na direção do céu, também cada alma anseia por beijar o véu e tocar a textura de eternidade. Apesar disso, para muitas árvores humanas a chama anelante da alma é satisfeita e saciada pelo senso de realização espiritual e sucesso. Essas pessoas ficam contentes com suas conquistas espirituais; complacentes em seu relacionamento com D'us, satisfeitas com o significado e amor que encontram na vida.

As moitas de espinho humanas, por outro lado, vivenciam um destino diferente. Os espinhos dentro delas jamais lhes permitem ficar contentes com aquilo que são, e sonham com uma vida de verdade que sempre parece fugir- lhes. Assim, suas chamas de anseio jamais são saciadas. Elas ardem e ardem e seu fogo nunca cessa. Como a suprema paz que elas procuram permanece além delas, e a realidade e a profundeza de D'us sempre lhes foge, seu vazio interior jamais é preenchido, deixando-as humilhadas e sedentas, ardendo como uma chama sem trégua.

Com a visão que Moshê contemplou no deserto, foi mostrada a ele uma das verdades fundamentais do Judaísmo: mais do que em qualquer outro local, D'us está presente na chama da sarça-ardente. O pré-requisito para Moshê assumir o papel de eterno mestre do povo de Israel foi sua descoberta de que a verdade mais profunda de D'us é vivenciada na própria busca e anseio por Ele. No momento em que alguém sente que “Eu tenho D'us”, ele poderia ter tudo excepto D'us.


A Chave Mestra



Certa vez, o Baal Shem Tov disse ao Rabino Ze’ev Kitzes, um de seus discípulos mais antigos: “Você tocará o shofar para nós neste Rosh Hashaná. Quero que estude todas as meditações cabalísticas pertinentes ao shofar, para que medite sobre elas quando estiver tocando.”

Rabino Ze’ev aplicou-se à tarefa com entusiasmo, devido à magnitude da responsabilidade. Estudou os escritos cabalísticos que discutem o significado do shofar e seus segredos místicos. Preparou também uma folha de papel na qual anotou os pontos principais de cada meditação que precisaria refletir enquanto tocasse o shofar. Finalmente, chegou o grande momento. Era a manhã de Rosh Hashaná e Rabino Ze’ev subiu à plataforma no centro da sinagoga do Baal Shem Tov, cercado por um mar de pessoas. A um canto estava o Baal Shem Tov, a face em chamas. Um silêncio reverente encheu a sala em antecipação do clímax do dia – os toques e soluços pungentes do shofar.


 
Rabino Ze’ev colocou a mão no bolso e seu coração gelou: o papel tinha desaparecido. Lembrava-se clarament de tê-lo colocado ali pela manhã, mas agora se fora. Buscou na memória aquilo que tinha estudado, mas seu desgosto com as anotações perdidas lhe congelava a mente. Lágrimas de frustração lhe encheram os olhos quando viu que teria de tocar o shofar como um simplório, sem significado espiritual e êxtase.

Rabino Ze’ev tocou a litaia de sons exigidos pela Lei Judaica e voltou ao seu lugar, com um vazio profundamente calcado em seu coração.




Na conclusão das preces, o Baal Shem Tov aproximou-se de Rabino Ze’ev, que estava ali sentado, soluçando sob seu talit. “Gut Yom Tov, Reb Ze’ev!” ele exclamou. “Foi extraordinário o toque de shofar que escutamos hoje!”
“Mas Rebe… Por quê?…”

“No palácio do rei,” disse o Baal Shem Tov, “há muitos portões e portas levando a muitos salões e câmaras. Os seguranças do palácio têm muitas argolas grandes com muitas chaves, cada qual abrindo uma porta diferente. As meditações são chaves, cada qual abrindo uma porta em nossas almas, cada uma acessando outra câmara nos mundos superiores.







“Porém há uma chave que se encaixa em todas as fechaduras, uma chave mestra que abre todas as portas, que descerra para nós as câmaras mais recônditas do palácio Divino. Esta chave mestra é um coração partido.”



 Por Yosef Y. Jacobson







Fonte:

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Para todos os judeus do mundo!


Shabat Shalom!

Pintura de Avi Schwartz


ZD

Cartas de Lisboa | Ki-Tavo



Ki-Tavo
Dennis Bacchus  - Bikurim


A nossa Parashat começa com o Mandamento dos primeiros frutos, Bikurim. Depois de se radicar em Israel o Povo Judaico foi mandado levar como oferta e em apreciação do que D-us por eles fizera, os primeiros dos frutos que amadureceram. 


Dennis Bacchus  - Bikurim



O Mandamento como descrito nestes versos contem imensos detalhes cheios de simbolismo e significado. O Rabi Abraão Saba, no seu comentário Tzror Hamor explica o procedimento de forma mística. 

Enquanto no sentido literal o que é descrito é a apresentação ao sacerdote, ao Cohen, de frutos propriamente ditos, a um nível mais profundo, alude-se não apenas a frutos mas isso sim à apresentação nos céus dos frutos da nossa vida inteira. 



É-nos dito que depois da Alma nos deixar e chegar ao seu julgamento no tribunal Divino, lhe é imediatamente perguntado:

 “Fostes honesto?”, “Fizeste do estudo da Torá uma prioridade?


Na antecipação destas “primeiras” questões, diz o Tzror Hamor, que precisamos de estar preparados para trazer os “primeiros frutos”. Ele diz-nos que isto é: A nossa dedicação à Torá e aos seus Mandamentos e o viver uma vida pautada pela honestidade e por valores morais.

O verso diz-nos então para a pessoa colocar os primeiros frutos num cabaz. 

“Deverão colocá-los num cabaz”.

Pintura de Alex Levin


Com este "cabaz de Mandamentos” seguro na nossa posse, não teremos então nada a temer. Quando nos concentramos nestes feitos, nos aplicamos na Torá e nos Mandamentos como nossa prioridade, isto será algo que estará connosco para toda a eternidade.



 Rabino 
Eli Rosenfeld

Shabat Shalom!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O Compositor Ernest Gold






Ernest Gold (Ernst Sigmund Goldner nasceu a 13 de Julho de 1921 e viveu até 17 de Março de 1999). Ernest foi um compositor americano.






Gold nasceu em Viena, Áustria e mudou-se para os EUA em 1938, após o Anschluss da Áustria (seu avô paterno era judeu). Gold escreveu cerca de 100 filmes e fez televisão entre 1945 e 1992. As peças que o tornaram conhecido foram: Too Much, Too Soon, Exodus, It’s a Mad Mad Mad Mad World, On the Beach, A Child is Waiting, As Loucuras de Dick e Jane, e Boa Sorte, senhorita Wyckoff.




As contribuições de Gold foram reconhecidas com quatro Óscares e três nomeações para o Globo de Ouro. Em 1960 ele ganhou o Globo de Ouro de Melhor partitura para um filme de 1959 - On the Beach, e ganhou um Oscar, um ano depois de Melhor Música: A pontuação de um quadro dramático ou comédia, por Exodus. O seu trabalho em  -  On the Beach também ganhou um Prêmio Grammy de ouro. O Hollywood Walk of Fame também o reconheceu com uma estrela na famosa Hollywood Boulevard. Gold compôs a música em 1968 para o musical na Broadway  -  Eu sou Salomão.  As suas obras clássicas também incluem um concerto para piano, um quarteto de cordas e uma sonata de piano.


Ele foi casado três vezes, o seu segundo casamento foi com a cantora / atriz Marni Nixon de 1950 a 1969 e tiveram três filhos, incluindo músico Andrew Gold (compositor de " Lonely Boy "e" Obrigado por ser um amigo.

Marni Nixon e Andrew Gold


Ernest Gold morreu em 17 de Março de 1999, em Santa Mónica, Califórnia, na idade de 77 por complicações após um acidente vascular cerebral.



Fontes:






terça-feira, 20 de agosto de 2013

Transforme o sonho em realidade...acordado!



“Vive o teu sonho enquanto dormes, mas não deixes transformar a tua vida em sono!”
Pintura de Avi bem Simhon

Fonte:

Frase de Jetro (sogro de Moisés)
Retirada do livro Séfora de Marek Halter

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Para reflectir!



Menos dogmas, menos disputas;
Menos disputas, menos infelicidades:
Se isto não é verdade, não tenho razão.



A religião è instituída para nos tornar felizes;
Nesta vida e na outra.
Que é preciso para ser feliz na outra?
Ser Justo.



E o que é preciso para ser feliz nesta vida,
Tanto quanto o permite a miséria da
Nossa natureza?

Ser indulgente.




Fontes:

Marek Halter (Lila)

Voltaire:
Tratado sobre a tolerância
Capitulo XXI
Pintura de G. Dagli Orti

domingo, 18 de agosto de 2013

Falecimento de Ben Ish Chai (1909)



O dia de hoje na história judaica

13 Elul de 5773


Rabi Yossef Chaim de Bagdad (1835-1909)



Dia 13 de Elul é o yahrtzeit de Rabi Yossef Chaim de Bagdá (1835-1909), a famosa autoridade haláchica e cabalista sefardita, conhecido como “Ben Ish Chai” devido à sua obra do mesmo nome.


Túmulo do Rabi Ben Ish Chai no Monte das Oliveiras



Legado

Apesar de sua passagem há mais de 100 anos atrás, o seu legado está bem vivo nos corações daqueles que continuam a viver de acordo com seu trabalho seminal, o Ben Ish Chai. Muitos dos seus discípulos se tornaram grandes estudiosos judeus e continuaram a dispersar seus ensinamentos.









Uma pintura de Simchat Torah com muitos dos grandes sábios da Torá de todos os tempos. Pode-se ver o Ben Ish Chai (Rabino Yosef Chaim de Bagdá), o Santo Baba Sali (Rabbi Yisrael Abuhatzera de Marrocos e Israel), o rabino Yitzhak Kaduri (do Iraque e Israel), o rabino Chaim Kanievsky, e o Ish Chazon.



O Profeta Amós



Não tirei eu Israel da Terra do Egipto?
 Não tirei também os filisteus de Cáftor?
 E não fiz sair de Quir os arameus?

Fonte:
Amós,9,7.