quarta-feira, 24 de julho de 2013

Midrash da Parashat Êkev!


A  plena aceitação  das Mitsvot

Pintura de Carole Spandau


A Torá exortou cada indivíduo a aceitar D’us como o Único Mestre, a amá-Lo, estudar Sua Torá e cumprir as mitsvot de tefilin e mezuzá.

Dessa vez,(11:13-21) Moshê insiste com toda a comunidade a aceitar todas as mitsvot de D’us. Ele prometeu recompensa pela fiel observância das mitsvot e ameaçou com castigos, em caso de transgressão.

A Torá exorta cada indivíduo a aceitar D’us da melhor maneira que sua capacidade o permitir. Entretanto, a secção onde D’us promete recompensa sobrenatural (chuva e prosperidade) pelo cumprimento das mitsvot, e punição (seca e exílio) por seu abandono, está escrito no plural, implicando que estas sanções universais e benefícios são conferidos somente em resposta às acções da maioria (Ramban).

Comentaristas explicam que realmente ocorrem algumas formas no singular no Shemá para indicar que, mesmo dentro da comunidade em geral, D’us confere justiça individual. "Se servirem a D’us com toda sua alma e coração, Eu farei minha parte," diz D’us.



"Dar-lhes-ei a chuva em sua Terra nas estações apropriadas, a chuva de outono em Marcheshvan e a chuva da primavera em Nissan, para que sua produção cresça e vocês colham cereal, vinho e azeite."

Por isso, o versículo declara: "Eu mesmo dar-lhes-ei chuva, se cumprirem Minhas mitsvot."

D’us não confia permanentemente as chaves aos três assuntos vitais aos anjos, mas as mantém com Ele mesmo.


A chave da chuva (subsistência)
Procriação
Techias hamaisim.



Chôfets Chaim explica: Se um anjo fosse escolhido para designar aos seres humanos sua parnassa (meio de subsistência), e percebesse aqueles que não servem a D’us apropriadamente, poderia subsequentemente tirar-lhes o sustento, ou pelo menos boa parte dele. Como resultado, centenas de milhares de pessoas morreriam todos os dias. O próprio D’us, portanto, é a fonte de toda misericórdia e sustenta todas as criaturas, mesmo as que não são merecedoras.

Similarmente, um anjo condenaria à morte grande número de mulheres dando à luz, porém D’us é paciente e concede perdão. D’us Ele próprio trás cada criança, neshamá, ao mundo, trazendo mais luz e felicidade ao mundo.

Finalmente, se um anjo tivesse que determinar quem deveria erguer-se em techiat hamaitim (ressurreição dos mortos), ele excluiria grande parte dos judeus que não estudaram Torá. D’us, entretanto, decidirá por Si mesmo, e em Sua misericórdia achará mérito para estes judeus; Ele poderá considerá-los dignos de techiat hamaisim porque sustentaram eruditos a fim de que não interrompessem seu estudo de Torá.

A Torá é tão difícil de ser adquirida quanto o ouro, e tão fácil de se perder quanto o vidro, que se quebra caso não seja tratado cuidadosamente.

Assim como a pessoa é cuidadosa para não perder seu dinheiro, da mesma forma deve tomar cuidado para não perder a Torá que estudou (negligenciando as repetições).
Com que frequência a pessoa deve rever aquilo que aprendeu?

Nossos sábios ensinaram que: "Aquele que reviu 101 vezes, a sua aprendizagem vale incomparavelmente mais que aquele que o fez apenas 100."

101 vezes não é, porém, o número máximo: não há limite para a revisão.








Certa vez o Sha’agas Aryeh (contemporâneo do Vilna Gaon) pediu que lhe fosse preparada uma refeição festiva...




Pintura de Ilya Shenker 


…"Qual é a ocasião?" perguntaram-lhe. E ele respondeu:


 "Acabei de completar o Talmud Bavli pela milésima vez."


Fonte:


terça-feira, 23 de julho de 2013

Provérbio Judaico!

Laila Tov!
"Uma consciência culpada não necessita de nenhum acusador"

Fonte:
Rapinado de Carlos Batpista J


domingo, 21 de julho de 2013

Desabafos de uma aprendiz!



Estes desabafos são respostas a algumas questões e desentendimentos que tenho vindo a observar entre judeus!!!

Onde assisto ao fomentar da desunião entre judeus Sefarditas e Askenazim e que tenho lido comentários que em nada abonam (no meu pobre entender), a nosso favor!

Para mim somos todos judeus, cada um com a sua herança, mas todos temos uma coisa em comum e que deveria ser suficiente para nos unir: A Torah!

E ainda algumas questões colocadas em forma de reclamação, mas que já deveríamos ter a maturidade de as saber aceitar, como esta por exemplo:

Porque é que no judaísmo não aceitam que um homem se converta ou faça o retorno sem que a sua esposa o faça também, ou vice-versa? (penso ser permitido apenas na vertente Reformista)

-Para não facilitar o desaparecimento da nossa essência; a nossa tradição. Tem a ver com a educação dos nossos filhos, com a continuidade, tem a ver com o FUTURO. Ou vamos educa-los com duas religiões? Ou vamos ainda obriga-los a ouvirem discussões teológicas que só servirão para a desunião da família? Ou simplesmente baralha-los e afasta-los de qualquer uma das duas????

É bem verdade que existem alguns, que já nascem judeus, são educados dentro da tradição e depois…não cumprem e até exigem que os outros o façam…bom, talvez em nome deles próprios, para aliviarem os seus pobres espíritos de uma culpa que não é só deles…é de todos. É de quem não soube ensinar, é dos que não os quiseram aceitar e que os tentaram proibir de ser quem são, é daqueles que se preocuparam mais com as palavras que com as acções, é dos que nada fizeram e é acima de tudo dos que se preocuparam a culpabilizar os outros pela sua falta de coragem, pela sua falta de fé e força vontade.

Não devemos e não podemos querer ser judeus apenas em nome dos nossos antepassados, temos que ter a noção das barreiras que vamos ter que ultrapassar e a começar por nós próprios que somos a maior e a mais difícil de transpor.

Temos que saber que fazer o retorno ou converter é nascer de novo e começar do zero, é aprender a ouvir, a ver, a entender e a perguntar muito. É esquecer hábitos antigos e ganhar novos, é aprender a pensar e a amar mais e melhor, é ter a coragem de recomeçar.

Este novo querer ser judeu só porque sim… é muito triste. Palavras, palavras, vontades superficiais, forças obscuras de mentes perturbadas. Oh, pobre Portugal judaico…que destino será o teu?

Do que é que andam à procura? De serem judeus, ou de serem apelidados de judeus, de serem judeus ou de um justo reconhecimento? E como? Se tudo o que dizem e fazem vai contra a Torah? E para quê, já agora? Para fazerem a tão merecida justiça? Desta forma? A sério?

Ahhhh, tenho más notícias para vos dar: Ser judeu não é fácil!

Ser judeu, é ter a capacidade de se dar, ser judeu é querer agir pela tradição e não adquirir um título por uma qualquer moda, ou por um orgulho de não termos o que os nossos perderam e ou o que lhes roubaram com violência. 
Ser judeu é abdicar do facilitismo e enfrentar com fé, é um querer infinito de percorrer o caminho que escolhemos e esse caminho tem que estar ligado à Torah, SEMPRE!

Ser judeu não é uma política, nem pode ser uma guerrilha entre fracassados e perdidos nas frustrações que a vida nos deu.

 Não transformem algo tão belo e tão sério numa feira de vaidades.

Se querem honrar e fazer justiça ao que nos foi arrancado, lutem, mas com tino, mudem essas mentes baralhadas e distantes da realidade judaica. Tentem primeiro crescer espiritualmente, preparem-se com pequenas acções diárias…comecem por vós essa mudança tão necessária.

Serão só os “outros” os culpados? Não nos deixamos todos ficar na nossa área de conforto por tantos anos e sempre caladinhos e escondidinhos? Não fomos também nós, que nos deixamos vencer pelo medo? Esperámos tanto tempo porquê? Porque não nos unimos há mais tempo?
E agora queremos tudo de uma vez e de mão beijada? Não pode ser! É impossível, lá diz o ditado: Depressa e bem…há pouco quem.

Para todas as mudanças é necessário criar uma base que se chama Educação. Para crescermos de forma salutar temos que descobrir em primeiro lugar o que é que queremos ser, no que é que acreditamos e se temos aptidão para cumprir com o objectivo a que nos propomos. E aqueles que depois desta tarefa decidam continuar, então comecem a agir em conformidade, deixem as guerrinhas medíocres, as acusações, esta arte maléfica de mal dizer -  Lashon Hara -  para trás. Ergam essas cabeças e orgulhem-se da vossa escolha, mostrem ao mundo quem somos e com orgulho, através das vossas boas acções.

Parecem crianças: Óh mãe…foi ele que começou, ele bateu-me primeiro e agora eu só lhe dei um soco por vingança…e isto todos os dias para o resto das vossas vidas????? Helloooooo!!!! Cresçam por favor!


Que Hashem nos ajude a todos!




Ziva David


Diferentes culturas!


Boker Tov!
Pinturas deValérie Maugerie


Fontes:

sábado, 20 de julho de 2013

Se me esquecer de ti Israel!


Shavua Tov!
Pintura de Rafael R. Pineda 


Fontes:



Sir Moses Montefiore



Sir Moses Haim Montefiore (ou Moisés Chaim Montifiore) nasceu a 24 de Outubro de 1784 e faleceu a 28 de Julho de 1885. 





Moses Montefiore nasceu em Livorno, Itália, em 1784. O seu avô, Moisés Vita (Chaim) Montefiore havia emigrado da Livorno para Londres na década de 1740, mas manteve um contacto estreito com a cidade.


Montefiore nasceu enquanto seus pais, Joseph Elias Montefiore e sua jovem esposa, Rachel, filha de Abraham Mocatta, um corretor de ouro poderoso em Londres, estavam na cidade numa viagem de negócios e ele foi o primeiro filho do casal.





Moses foi um financeiro Inglês e banqueiro, defensor da reforma social, filantropo e Sheriff de Londres. Para além de auxiliar várias minorias de não-judeus perseguidos no exterior e ajudando a abolição da escravidão, doou grandes somas de dinheiro para promover a indústria, educação e saúde entre a comunidade judaica no Levante, incluindo a fundação da Mishkenot Sha'ananim em 1860, o primeiro assentamento do Novo Yishuv. Como Presidente do Conselho de Deputados dos Judeus Britânicos, sua correspondência com o cônsul britânico em Damasco Charles Henry Churchill em 1841-1842 é visto como fundamental para o desenvolvimento do Proto-sionismo. 



A família voltou para Kennington em Londres, onde Montefiore foi para a escola e começou sua carreira como aprendiz de uma empresa de merceeiros e comerciantes de chá. Ele, então, entrou em uma casa de correctores na cidade de Londres, e, finalmente, tornou-se um dos doze "judeu" corretores licenciados da cidade. Seu irmão Abraham, juntou-se a ele no negócio, e a sua empresa ganhou uma reputação elevada. 


Retrato de Moses Montefiore, 1818





Em 1812, Moses Montefiore, casado Judith Cohen (1784-1862), filha de Levy Barent Cohen. Sua irmã, Henriette (ou Hannah) (1783-1850), casou-se Nathan Mayer Rothschild (1777-1836), para quem a empresa de Montefiore atuou como corretores. Nathan Rothschild dirigiu o negócio bancário da família na Grã-Bretanha, e os dois cunhados tornaram-se parceiros de negócio. Montefiore aposentou-se do seu negócio em 1824, e usou seu tempo e fortuna em responsabilidades comunitárias e cívicas. Fisicamente imponente com 1,91m, foi eleito xerife de Londres em 1837 e serviu até 1838 sendo condecorado pelo seu desempenho. Nesse mesmo ano pela Rainha Victoria recebeu um baronato em 1846, em reconhecimento dos seus serviços às causas humanitárias e em nome do povo judeu.





Embora um tanto negligente em observância religiosa no início da sua vida, depois de sua primeira visita à Terra Santa em 1827, tornou-se um judeu muito cumpridor, adquirindo inclusive o hábito de viajar com um shochet pessoal (abatedor ritual), para garantir que teria um pronto fornecimento de carne kosher. Após esta mudança exerceu uma forte influência na limitação do crescimento do movimento judaico na Inglaterra.


Fotos: Exemplo de um Shochet



Em 1831, Montefiore comprou uma propriedade rural com vinte e quatro hectares em Cliff no lado leste da cidade costeira. A propriedade tinha sido anteriormente a casa da rainha Caroline no país quando ela foi princesa de Gales. Logo depois, Montefiore comprou o terreno ao lado e encomendou ao seu primo, o arquiteto David Mocatta, para projetar uma sinagoga privada, conhecida como a sinagoga Montefiore tendo sido inaugurada com um grande ato público, em 1833. 








Depois de se aposentar dos negócios em 1824, Montefiore dedicou o resto de sua excepcional e longa vida à filantropia. Foi presidente da Câmara de Deputados dos Judeus Britânicos 1835-1874, um período de 39 anos com o mandato mais longo de sempre, e membro da Sinagoga Bevis Marks. Como presidente, sua correspondência com o cônsul britânico em Damasco Charles Henry Churchill entre 1841-1842 é visto como fundamental para o desenvolvimento do Proto-sionismo.





Nos negócios, ele foi um inovador, investindo na oferta de gás canalizado para a iluminação pública das cidades europeias através da Imperial Continental Gas Association. Ele estava entre o consórcio fundador da Alliance Life Assurance Company, e um diretor do Banco Provincial da Irlanda. Conceituados na cidade, foi eleito xerife da cidade de Londres, em 1836, e nomeado cavaleiro pela rainha Victoria em 1837.

Retrato da Rainha Vitória em 1838






Desde a aposentadoria até o dia que ele morreu, Moses dedicou-se à filantropia, especialmente em aliviar o sofrimento dos judeus no exterior. Ele foi ao Sultão da Turquia, em 1840, para libertar da prisão de dez judeus sírios de Damasco presos após um libelo de sangue, a Roma em 1858 para tentar libertar a juventude judaica incluindo Edgardo Mortara, batizado por sua enfermeira católica e sequestrado por funcionários da Igreja Católica, para a Rússia em 1846 e 1872, para Marrocos, em 1864, e para a Romênia em 1867. Foram essas missões que fizeram dele um herói popular de proporções mitológicas, ele esteve sempre perto e entre os judeus oprimidos da Europa Oriental, África do Norte e do Levante.




O 100 º aniversário de Montefiore foi comemorado como um evento nacional na Grã-Bretanha e pelos judeus ao redor do mundo. Seus aniversários, atividades e morte estavam intimamente coberto pela imprensa britânica da época.

A vida de Montefiore também estava ligada com a cidade de Ramsgate, Kent, na costa sudeste da Inglaterra. Na década de 1830, ele e Judith tinha comprado East Cliff Lodge, uma propriedade rural (então) ao lado da cidade, muito à maneira da nobreza judaica vitoriana. Ele desempenhou um papel importante em Ramsgate assuntos, e um dos passeios a locais ainda leva seu nome. 




A cidade comemorou seus 99 e seu 100 º aniversário em grande estilo, e cada instituição de caridade local (e igreja) beneficiou de sua filantropia. At East Cliff Lodge, ele estabeleceu uma yeshiva sefardita (Judith Lady Montefiore College) após a morte de sua esposa em 1862.







Moses construiu a sinagoga Montefiore com  elegante arquitetura e um mausoléu inspirado no Túmulo de Rachel fora de Belém (cuja remodelação e manutenção ele tinha pago). Judith foi enterrada lá em 1862, e  Montefiore foi enterrado lá também em 1885. Nos últimos anos, o local tornou-se uma fonte de controvérsia como promotores imobiliários estão de olho para o desenvolvimento comercial.



A propriedade foi vendida ao Município de Ramsgate por volta de 1952, e o Lodge foi demolido em 1954. Tudo o que resta hoje é um novo edifício que abriga um gabinete de arquitectos que incorpora partes da estrutura original e que se chama de Coach House. Existem também algumas dependências (incluindo o Gate House) e o Greenhouse italiano que foi restaurado à sua antiga glória nos últimos anos. A estufa e o resto da propriedade foi transformado pelo rei George VI , no Memorial Park. Na Casa Gate existe uma placa com o nome de Sir Moses. 




Coach House


A filantropia judaica e a Terra Santa estavam no centro dos interesses de Montefiore. Ele viajou para lá por sete vezes, às vezes acompanhado por sua esposa. Ele visitou a Terra Santa nos anos; 1827, 1838, 1849, 1855, 1857, 1866 e 1875. No tempo de Montefiore, essas viagens eram árdua e não ausentes de perigo. Ele fez sua última viagem com a idade de 91anos.





Montefiore construiu o Moinho Montefiore em Yemin Moshe para fornecer farinha barata para os judeus pobres, uma impressora e uma fábrica têxtil, e ajudou a financiar várias colônias agrícolas. Tentou ainda adquirir terras aráveis ​​para o cultivo judeu, mas foi prejudicado por restrições dos otomanos à venda da terra para os não-muçulmanos. Os judeus do Velho Yishuv referem-se ao seu patrono como "ha-Sar Montefiore" (Ministro Montefiore), um título perpetuado na literatura hebraica e música.




A principal fonte de informações sobre a Yishuv, ou comunidade judaica na Palestina durante o século XIX é uma sequência de censos encomendados por Montefiore, em 1839, 1849, 1855, 1866 e 1875. Os censos tentavam listar cada judeu individualmente, juntamente com alguma informação biográfica e social (como a estrutura familiar, local de origem e grau de pobreza).

A vida judaica na Terra de Israel antes do Sionismo Moderno. 





Montefiore era famoso por sua inteligência rápida e afiada. A anedota popularmente divulgada, possivelmente apócrifa, relata que num jantar, Moses estava sentado ao lado de um nobre que era conhecido por ser anti-semita.
O nobre Montefiore contoueste nobre tinha acabado de voltar de uma viagem ao Japão, e disse: “Lá onde eles não têm nem porcos nem judeus." Montefiore é relatado ter respondido imediatamente ", nesse caso, você e eu deveriamos lá ir, porque assim eles vão ter uma amostra de cada uma das especies" (uma anedota semelhante é contada de Israel Zangwill.) 



Brasão de Montefiore



Selo do "Kerem Moshe Montefiore e Yehudit" 
Sociedade em Jerusalém ("Vinyard de Moisés e Judith Montefiore" 
Sociedade em Jerusalém)





Montefiore morreu em 1885, aos 101 anos. Não se conhecendo filhos, o seu principal herdeiro, tanto em nome como em propriedades foi um sobrinho, Joseph Sebag Montefiore.








Ontem, dia 13 de Av do ano 5773 da era judaica,  foi o aniversário da data do seu falecimento. 



Foto da sepultura de Moses e sua esposa que jaz a seu lado dentro do mausoléu que mandou construir e que é uma réplica do Tumulo de Raquel.





Fontes:





sexta-feira, 19 de julho de 2013

לכה דודי

Shabat Shalom!
Careço de informação do autor (a) desta pintura


Moshe ben Nahman Girondi


O dia de hoje na história judaica – 12 Av 5773

A Disputa de Nachmanides (1263)

Imagem pintada por um artista com a 
suposta aparência de Nachmanides


Por ordem do Rei James I de Aragão (Espanha), Nachmanides (Rabi Moshê ben Nachman, 1194-1270), foi obrigado a participar num debate público, promovido na presença do rei, contra o judeu convertido ao Cristianismo, Pablo Christiani.

Sua brilhante defesa do Judaísmo e refutações que culminou em sua vitória, foi recebido como um insulto à religião do rei, e Nachmanides foi forçado a fugir da Espanha. Chegou a Jerusalém, onde encontrou apenas um punhado de famílias judias vivendo em abjecta pobreza, e ali fez renascer a comunidade judaica. 

Sinagoga Ramban


A sinagoga que construiu na Cidade Velha está em uso actualmente, sendo talvez a sinagoga mais antiga em todo o mundo.


Fonte:


Para mais informação: