sábado, 14 de setembro de 2013

Depois de Yom Kippur!



Leis e Costumes


Tem início a construção da sucá.

É costume começar a trabalhar – ou pelo menos planear – a construção da sucá logo depois de Yom Kipur. De fato, o Midrash (Vayicrá Rabá 30:7) descreve os quatro dias entre Yom Kipur e Sucot como um tempo no qual o povo judeu está “preocupado com as mitsvot… um está ocupado com sua sucá, outro com seu lulav, etc”!


Fonte:


Esta festa, tal como todas as outras é passada na companhia de familiares e amigos e dentro ou fora de uma comunidade, escolhe-se um local ao ar livre (jardim de algum elemento, ou pátio de uma sinagoga), e depois é necessário traçar um plano de acção entre todos; é decidido quem trás e faz o quê, desde os materiais acima referidos, mas também os materiais de decoração da sucá e que geralmente ficam a cargo das crianças que se apressam a fazer enfeites; colher flores ou pinhas para pintar, desenhos coloridos ou colagens entre tantas outras actividades decorativas e algumas, é claro, com a participação dos adultos (é que esta parte da decoração é a minha parte favorita porque é a mais divertida J). 

Também e muito importante começar a pensar na lista dos alimentos que irão ser servidos nas refeições durante a Sucot. Enfim, é uma correria, mas muito, muito boa!

Bom trabalho! ZD 





'Eu perdoei, como tu pediste'



O dia de hoje na história judaica – 10 Tishrei 5774


As segundas Tábuas (1313 A.E.C.)


A 10 de Tishrei do ano 2449 da Criação, 82 dias depois de o povo de Israel trair seu recente pacto com D'us ao adorarem o bezerro de ouro, e após Moshê passar 40 dias sobre o Monte Sinai implorando por eles, "D'us restaurou sincera e alegremente Sua boa vontade com o povo judeu, dizendo a Moshê: 'Eu perdoei, como tu pediste', e deu-lhe as Segundas Tábuas" – estabelecendo assim o dia como um tempo de expiação, perdão e teshuvá para todas as gerações.



Fonte:

Rebeca - Hoje na história judaica – 10 Tishrei 5774



 Neste dia, no ano 1556 A.E.C. :




Nascimento de Rivka (1556-1677 AEC), mulher de Yitschac, mãe de Yaacov e Essav, e uma das Quatro Matriarcas de Israel.


Rivka - A grafia hebraica de Rebecca.




Rebeca (do hebraico רִבְקָה, transl. Rivká), personagem do Antigo Testamento, era filha de Betuel, irmã de Labão, mulher de Isaque e mãe de Jacó e Esaú. É também a sobrinha de Sara, da qual teria herdado a beleza.

Corajosa, decidida e generosa. Estas são algumas características da personalidade de Rebeca, esposa de Itzhak e segunda matriarca do povo judeu. Vinda de Aram, terra natal de Abraão, não hesitou em deixar seu lar e sua família para se casar com um homem desconhecido e viver em um lugar distante.

Movida por esta mesma coragem e inspirada pelo dom da profecia que, durante a difícil gravidez dos gêmeos Esaú e Jacó, lhe revelara que “o mais jovem reinaria sobre o mais velho”, Rebeca também não hesitou em interferir para que Itzhak abençoasse Jacó no lugar de Esaú, fazendo de seu filho menor o pai das Doze Tribos de Israel.

Isaque, e Jacó se apresentando como Esaú.
Gravura de Gustave Doré


O destino de Rebeca entrelaçou-se com o de Itzhak quando Abraão decidiu que era chegado o momento de seu filho se casar e dar continuidade a seu legado. Para isso, chamou Eliezer, seu mais fiel servo, e pediu-lhe que fizesse o seguinte juramento: “Quero que jures pelo Todo-Poderoso – Senhor dos céus e da terra – que não escolherás esposa para meu filho entre as filhas dos canaanitas, entre os quais me instalei. Nem escolherás uma dentre as filhas de Aner, Eshkol e Mamrai. Vai à terra onde nasci e escolhe uma esposa para Itzhak”. Abraão vivia então em Beersheva. (...)


Isaac e Rebecca
Pintura de Raphael Santi


Eliezer encontra Rebeca

(…) Parado no local, Eliezer observava as jovens. Queria ver a jovem destinada a ser a futura esposa de Itzhak longe da influência de sua família. Segundo o Midrash, quando Rebeca chegou ao poço com um cântaro nos ombros, Eliezer imediatamente notou que ela não se abaixava para pegar a água, como as demais, mas esta brotava milagrosamente das profundezas em sua direção, indicando ser ela possuidora de uma especial santidade.





Dirigindo-se a ela, ele então perguntou: “Permita-me tomar apenas um gole da sua jarra?” E ela respondeu gentilmente, sorrindo, apesar de não o conhecer: “Beba quanto desejar, meu mestre” (Gênese 24:18). 

Gravura de Gustave Doré






Depois que ele estava saciado, Rebeca acrescentou: “Eu também darei de beber a seus camelos até que estejam satisfeitos”. Novamente ela se aproximou do poço e encheu a jarra para servir os animais, não apenas de um gole, mas em quantidade suficiente para que satisfizessem o estômago. É sabido que os camelos têm capacidade de armazenar água para vários dias. E Rebeca os serviu dez vezes, observada por Eliezer. Além de extremamente linda, ela exalava bondade. Eliezer então teve certeza de que o Todo-Poderoso respondera a seu pedido: ele estava diante da jovem destinada a ser a esposa de Itzhak. Segundo alguns sábios, na época Rebeca tinha apenas 3 anos de idade, enquanto outros acreditam que ela já tivesse 14 anos.

Eliezer então tirou de seu bolso um aro e duas pulseiras de ouro e a enfeitou, perguntando-lhe quem era seu pai e se havia em sua casa um quarto para hospedá-lo por uma noite. Dizendo ser filha de Betuel – filho de Milcá e de Nachor, irmão de Abraão – ela afirmou que havia abrigo para os camelos e também um quarto para hospedá-lo por quanto tempo ele quisesse. Agradecendo ao Todo-Poderoso por tê-lo feito encontrar a jovem adequada, Eliezer exclama: “Abençoado seja o Senhor, D’us de meu mestre Abraão, que me guiou diretamente para a família de meu mestre”.

Rebeca correu para casa para contar à mãe o que havia acontecido, sendo ouvida por seu irmão Labão, que o convidou para sua casa. Eliezer, então, ao reunir-se com toda a família, falou de sua missão e de que maneira o Todo-Poderoso o conduzira até Rebeca. Tanto Labão quanto Betuel concordaram com o pedido de casamento, dizendo: “Isto é obra de D’us” (Gênese 24:50). “A questão foi pré-determinada e não podemos impedi-la. Leve Rebeca para ser a esposa do filho de seu mestre”. Ao ouvir a concordância de Labão e Betuel, Eliezer prostou-se ao chão, para agradecer a D’us, e entregou a Rebeca jóias e enfeites de ouro e prata como presentes de casamento.


Pedido da mão de Rebeca feito por Eliezer para Isaac
Pintura de Maarten de VosIsaac


No dia seguinte, Labão, irmão de Rebeca, e a mãe tentam impedi-la de partir com Eliezer, argumentando que Rebeca devia esperar um ano para preparar o enxoval e o casamento. Ao ver o anjo esperando por ele fora da casa, Eliezer afirmou que deveria partir imediatamente. A família então disse que a decisão cabia a Rebeca. Mesmo sabendo que seu irmão e sua mãe não concordariam, a jovem afirmou: “Eu irei”. Assim, como Abraão, ela estava pronta para deixar sua família, sua terra natal para tornar-se esposa de Itzhak. Rebeca desabrochara como “uma rosa entre espinhos”, entre pai e irmãos corruptos. Apesar de serem ambos perversos, ela permaneceu pura e boa.

Rebeca e Eliezer partiram de Aram ao meio-dia e chegaram a Beersheva na mesma tarde. Mais uma vez, segundo o Midrash, o Todo-Poderoso reduzira milagrosamente o tempo de viagem. Quando eles se aproximavam, Itzhak foi aos campos orar no local onde sentira a Presença Divina. Foi Itzhak quem instituiu o Minchá – a reza da tarde. Foi lá que Rebeca o viu pela primeira vez, envolto pela luz da Presença Divina e, sobre ele, um anjo a protegê-lo. E disse: “Este deve ser um grande homem. Quem é?” Ao que Eliezer respondeu: “É o meu mestre”. Imediatamente Rebeca agradeceu ao Senhor por ter sido destinada a ele. Segundo o Midrash, ao mesmo tempo, porém, teve a visão de que geraria um filho malvado (Esaú), estremecendo e caindo do camelo. Eliezer a recolhe do chão e a leva a Abrãao e Itzhak.


Encontro de Rebeca, Isaac e Essau
Friedrich Bouterwek


Casal único

Com Itzhak e Rebeca o texto bíblico relata o primeiro casamento que se conhece na história da humanidade. Foram o único casal monogâmico citado no Gênese, pois, por ter sido “escolhido como sacrifício ao Senhor no Monte Moriá”, Itzhak não podia ter uma outra mulher também como esposa. Itzhak e Rebeca se completavam e, como nos revela a Torá, amavam-se apesar das diferenças de personalidade. Itzhak era um pensador, um homem gentil e carinhoso, mas passivo. Rebeca, ao contrário, um carácter decidido, de muita presença. Ambos possuíam visão profética, mas Rebeca possuía também a intuição feminina.


O casamento de Isaac e Rebeca
Pintura de Claude Lorraine





Fontes:




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Yom Kippur!


G’mar Chatimá Tová!

Que sejam todos inscritos no livro da vida, são os desejos sinceros do Eterna Sefarad


Pintura de 
Frank Enger

O Hallel!



O Hallel é uma das orações mais famosas na liturgia Judaica, a qual é recitada várias vezes ao ano em louvor e agradecimento a D-us.

Isaac Abravanel


Dom Abrabanel, no seu comentário ao Hallel e ao Salmo 115, oferece uma nova e bonita interpretação do que de outro modo seria uma sequência de versos algo intrigante.

Ao contrastar a nossa crença em D-us com a de um idólatra, o verso diz: “Os seus ídolos são de prata e de ouro, artesanato de seres humanos.”

O Salmo continua depois com uma detalhada descrição de vários aspectos dos ídolos. “Eles têm boca mas não falam, têm olhos mas não vêem. Têm ouvidos mas não ouvem …”

Dom Abarbanel pergunta-se – porque é que precisamos de toda esta descrição? Porque é que o grosso de uma inteira canção dedicada a D-us, enfoca as deficiências dos ídolos?


A palavra em hebraico para descrever um ídolo é "Atzabeihem," a qual deriva ou tem a sua raiz “shoresh” na palavra "Atzav," a qual por sua vez significa triste ou deprimido.

Ainda que esta palavra seja de facto tipicamente interpretada com referência a ídolos, Dom Abarbanel oferece uma abordagem completamente diferente.

Em vez de meramente descrever os ídolos feitos de prata e de ouro, Dom Abarbanel interpreta a palavra "Atzabeihem" como descrevendo as pessoas em questão. Quão triste e infeliz é se o nosso “trabalho de artesão” for apenas na busca de “prata e ouro”.

Com esta leitura do verso, a sua continuação faz todo o sentido. “Eles têm boca” - D-us deu-lhes a capacidade de O louvar, mas infelizmente “Eles não falam”.


“Eles têm olhos”, ou seja a capacidade de ver a presença e as maravilhas Divinas, “mas eles não vêem”.


“Eles têm ouvidos” ou seja a capacidade de ouvir e seguir a vontade Divina “mas não ouvem”.


"Eles têm nariz," ou seja a capacidade de “cheirar” o que é certo e o que é errado "mas eles não cheiram."


"Eles têm mãos,” ou seja a oportunidade de cumprir os Mitzvot, "mas não sentem.”


"Eles têm pés," para dar os passos necessários a ajudar outrem, "mas não caminham."


A estra luz, o Salmo torna-se um muito pessoal e emocional diálogo interno, recordando a cada um de nós, as oportunidades e possibilidades que D-us nos deu.

À medida que nos aproximamos de Yom Kippur (e de Sukkot, altura em que recitaremos o Hallel todos os dias) vamos então fazer o possível para aproveitar ao máximo as capacidades que D-us nos deu para atingirmos o nosso potencial em termos da Torá e dos Mitzvot.



Gmar Chatima Tova!

Fonte:


Rabino Eli Rosenfeld


chabadportugal.com

Mitzváh Day



O dia da Mitzvah



À imagem do Mitvah day do Movimento Conservador Masorti, que comemora esta data no dia 17 de Novembro de 2013, deixo-vos com o seguinte apelo:

Mas antes, queria dizer-vos que eu não sei se existe este dia em todos os movimentos judaicos, desculpem-me se estou a cometer uma injustiça, mas foi com a Masorti que aprendi e que por desconhecimento do que se passa nas restantes, é desta forma que o divulgo. Mas penso que o que conta é a intenção, espero que compreendam e até que me informem, caso exista o mesmo dia ou algo idêntico nas outras vertentes judaicas. Muito obrigada. 



Importante:

Saliento aqui que não é necessário ser judeu para ajudar, este apelo é para todas as pessoas independentemente da sua crença. Basta desejar fazê-lo!


Assim, venho por este meio apelar  a todos vós que em grupo ou individualmente, tentem angariar o maior número de bens essenciais, comida, roupa, brinquedos, etc, escolham uma entidade (não tem que ser judaica, pode ser a Santa Casa da Misericórdia,  IPO, Orfanatos e tantas outras entidades que vivam da ajuda de todos nós), ou se preferir, uma família que possa estar em grandes dificuldades, e que infelizmente neste momento de crise não deve ser difícil de encontrar, e neste dia especial desloquem-se à respectiva entidade ou família e ofereçam o que puderem, mas façam o vosso donativo. 


Se não tem nenhum destes bens, poderá escolher outras formas de ajudar neste dia fazendo algo de bom pelo próximo;
Dar sangue; visitar um lar de idosos, visitar doentes, limpar um jardim de alguém que esteja doente, ou até limpar um recinto florestal. O que quer que deseje ou possa estará a fazê-lo por todos nós que hoje estamos deste lado e amanhã poderemos estar do lado de quem mais necessita de ajuda.


Bem sei que qualquer altura é boa para praticarmos o bem, mas também sabemos que nos deixamos absorver pelas tarefas e preocupações do nosso dia-a-dia e acabamos por ir adiando. Não o fazendo por má vontade, o que é certo, é que acabamos por não fazer nada!


Assim e por esse motivo podemos usar este dia específico (ou outro à sua escolha, se assim for necessário), e programa-lo com a antecedência necessária.


Não deixe de participar e depois partilhe connosco, com os amigos e familiares ou nas redes sociais o que sentiu no final do dia… e contagie os outros com a sua boa vontade. Vai ver que é uma experiência espetacular!!!




Vamos lá pessoal, toca a mexer nos armários em busca do que já não nos serve por termos "emagrecido", J e organizem esse donativo.







Já agora: 

Se está sozinho, convide um familiar, um amigo ou um vizinho e

ainda mais importante: 

levem os vossos filhos, sobrinhos, netos que poderão convidar os seus amiguinhos. 



Fontes:

Logo do Mitzvah Day: Masorti

ZD

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Arte em Exposição: "Vestígios Hebraicos em Portugal"



De 12 a 30 de Setembro na Biblioteca da FLUL - Cafetaria

Laura Cesana




Será uma exposição com uma pequena selecção das obras sobre papel reproduzidas no livro bilingue de Laura Cesana "Vestígios Hebraicos em Portugal", subtítulo, viagem de uma pintora.

Em 2003, algumas destas obras estiveram também expostas no Centro Cultural Calouste Gulbenkian, em Paris, em ocasião de um Colóquio International: La diaspora des nouveaux chrétiens d'origine portugaise.



Durante a exposição, poderemos assistir à passagem de um video, com estas e outras fases (paredes abstractas, mar e música, a obra poética de Fernando Pessoa, etc) da pintura de Laura Cesana., subtítulo, viagem de uma pintora.



Fonte: 

CIL

Boker Tov Lekulam!


Ouvindo o som do Shofar!

Pintura de David Yohanan

O dia de hoje na história judaica - 8 Tishrei 5774


O Templo é consagrado 
(826 AEC)

Os 14 dias de festividades pela consagração, celebrando a finalização do Templo Sagrado em Jerusalém construído pelo Rei Salomão, começaram a 8 de Tishrei do ano 2935 da Criação (826 AEC). 


O Primeiro Templo que serviu como epicentro da vida espiritual e nacional judaica por 410 anos, até sua destruição pelos babilónios em 423 AEC.



Fonte:

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

We say “It is a Mitzah to be always happy”.



So, would you like to join a growing

tribe of “Smile collectors”?


Estamos nos dias de reflexão do perdão e mesmo assim para mim é muito próprio manter este espírito, porque acredito que só com alegria podemos pensar melhor. A alegria não é ausência de consciência ou de seriedade, ao contrário, ela dá-nos paz, coragem para reconhecer, enfrentar os nossos erros e assim pedirmos perdão com a alma limpa e convictos de que estamos a fazer o mais correcto.





Porém, e porque há momentos para tudo e para todos, também vos deixo aqui algumas pinturas que exprimem aqueles momentos em que estamos a reflectir sobre tudo o que fizemos e dos momentos em que oramos.




E é através da arte que vos peço o meu perdão a todos vós por alguma atitude menos correcta, alguma palavra mal dita mesmo que sem intenção de vos ferir e ainda por o estar a fazer desta forma tão minha e que possa parecer para alguns, pouco adequada!

Mas amigos…eu nunca disse ser perfeita! ZD


E que sejam todos inscritos no livro da vida




Pinturas de:

Fonte:


O dia de hoje na história judaica - 5 Tishrei 5774



Rabi Akiva foi martirizado (134)


O grande sábio talmúdico, Rabi Akiva, foi capturado pelos Romanos a 5 de Tishrei do ano 3894 (134 AEC). Sua subsequente tortura e execução é relembrada no tocante poema Eleh Ezkarah do serviço de Yom Kipur.



Fonte:


domingo, 8 de setembro de 2013

Trancoso na rota do judaísmo!



Rotas Sefarditas
(Parte I)





Na nossa mais recente viagem levada a cabo "Por Terras de Sefarad", a cidade de Trancoso na Beira Interior Norte, foi a primeira das localidades selecionadas a receber a nossa visita, direcionando o objectivo principal para a sua antiga judiaria, para as marcas cruciformes gravadas um pouco por toda a área habitacional da mesma, o Poço do Mestre e a famosa Casa do Gato Preto, (simbolizando o Leão de Judah esculpido em alto revelo na fachada do edifício), bem como o novíssimo Centro de Interpretação Isaac Cardoso.



Fonte:
Por Terras de Sefarad de Carlos Baptista

Fotografias de:
Rafael Baptista e Manuela Videira

Vídeo de:
Rafael Baptista