quinta-feira, 20 de junho de 2013

Tesouros da Terra do Leite e do Mel!



Jerusalém - Vista pela Janela


Antigas Sinagogas - Cadeira Chorazim


Antigas Sinagogas – Menorah



Período Segundo Templo - Trombetas no Templo Jerusalém


Epitáfio do Rei Uzias


Período Israelita - Altar Megido


Capitel de uma Sinagoga





quarta-feira, 19 de junho de 2013

Homenagem a Shimon Peres



Happy Birthday Mr. President! 
Ad 120!


Mazal Tov!!!
Shalom Mr. President, thank you for all you have done for Israel and humanity! ZD


Kirill Postovit Pantings


From Portugal

terça-feira, 18 de junho de 2013

As cinco coisas importantes que a vida nos ensina:






1ª  
A pergunta mais importante:

Durante o meu segundo semestre na Escola de Enfermagem, o nosso professor deu-nos um exame surpresa. Eu era um estudante consciente e li rapidamente todas as perguntas, até que cheguei à última:

- Qual é o nome da senhora que limpa a escola?

Seguramente que era alguma “armadilha”. Eu já tinha visto muitas vezes a senhora das limpezas, ela era alta, tinha cabelo escuro, na casa dos cinquenta anos, mas…como iria eu saber o seu nome? Entreguei o exame deixando a última pergunta por responder.

Antes de terminar a aula, alguém perguntou se a última pergunta contaria para a nota de exame.

“ABSOLUTAMENTE”, disse o professor e acrescentou:

“Nas vossas carreiras conhecerão muitas pessoas. Todas são importantes e todas elas merecem a vossa atenção e cuidado, ainda que apenas lhes sorriam”.

Nunca mais esqueci esta lição…e também aprendi que o seu nome era Dorothy.


 Somos todos importantes.


2ª 
Auxilio no temporal


Uma noite, às 11:30h, uma mulher Afro-americana, de idade avançada estava parada na berma de uma auto-estrada do Alabama enfrentando uma forte tempestade. O seu carro tinha avariado e ela necessitava desesperadamente de boleia. Completamente encharcada, ela decidiu fazer sinal de paragem ao carro seguinte.

Um jovem branco parou para a auxiliar, apesar de todos os conflitos que haviam ocorrido nos anos 60 entre os brancos e os negros. O jovem transportou-a para um lugar seguro, ajudou-a a obter assistência e colocou-a num táxi. A senhora parecia bastante angustiada, mas pediu o endereço do jovem, agradeceu e partiu.
Passados sete dias tocaram à porta da sua casa. Para sua surpresa, entregaram-lhe um televisor com um ecrã enorme. Tinham ainda uma mensagem no embrulho que dizia:

“ Muitíssimo obrigada por me ter ajudado naquela noite. A chuva encharcou não só a minha roupa mas também o meu espírito e foi quando apareceu o senhor e graças a si, consegui chegar ao lado da cama do meu marido agonizante um pouco antes de ele falecer. D’us o abençoe por me ter ajudado e por servir aos outros desinteressadamente.

Sinceramente;
Maria Cole"
(era a esposa de Nat King Cole)



Não esperes nada em troca e recebê-lo-ás.


3ª 
Recorda sempre aqueles que serviste


No tempo em que um gelado custava muito menos que agora, um menino de 10 anos entrou num estabelecimento e sentou-se. A empregada colocou um copo de água à sua frente.

- Quanto custa um gelado de chocolate com amêndoas? Perguntou o menino.

- Cinquenta centavos. Respondeu a empregada.

O miúdo tirou a mão do bolso e olhou atentamente para as moedas para ver quanto tinha e depois voltou a perguntar:

- Quanto custa um gelado simples?

Alguns clientes já estavam à espera de mesa e a empregada ficou um pouco impaciente e respondeu bruscamente:

- Trinta centavos.

O menino voltou a contar as moedas e disse:

- Quero um gelado simples.

A empregada trouxe o gelado, pousou a conta na mesa e retirou-se. O miúdo terminou o gelado, pagou na caixa e saiu. Quando a empregada voltou, limpou a mesa e então começou a ter dificuldade a engolir a saliva com o que viu. Ali, na mesa, colocado ordenadamente junto ao prato vazio, estavam vinte e cinco centavos…Era a sua gorjeta!



Jamais julgues alguém apressadamente.


4ª 
Os obstáculos no nosso caminho

 Há muito, muito tempo, um Rei colocou uma enorme pedra no meio de um caminho. Escondeu-se e ficou a observar se alguém removia aquele obstáculo.
Alguns dos comerciantes mais endinheirados e cortesãos do reino chegaram e simplesmente contornaram a pedra. Muitos outros culparam veemente o Rei por não manter os caminhos desimpedidos, mas nenhum até ao momento fez nada para retirar a pedra do caminho.

Então chegou um camponês com uma carga de verduras, ao aproximar-se da pedra, o homem pousou a sua carga e tratou de remover a pedra para a berma. Depois de um grande esforço, conseguiu desimpedir o caminho, mas enquanto recolhia de novo a sua carga de vegetais, avistou uma bolsa no chão, exactamente onde estava a pedra.

 A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota do rei indicando que as moedas pertenceriam à pessoa que removesse a pedra. O camponês compreendeu algo que os outros nunca entenderiam.



Cada obstáculo representa uma oportunidade para melhorar a condição de vida de cada um de nós.


5ª 
Dando sangue

Há muitos anos, quando trabalhava como voluntário num hospital de Standford, conheci uma menina chamada Liz que sofria de uma doença rara. A sua única possibilidade de recuperação total era, aparentemente, uma transfusão de sangue do seu irmão de 5 anos, que havia sobrevivido milagrosamente à mesma doença e tinha desenvolvido os anti-corpos necessários para combatê-la.

O médico falou com os pais que concordaram em explicar a situação ao menino. De seguida,o médico perguntou-lhe se ele estaria disposto a dar sangue à sua irmã. Vi-o duvidar por apenas uns segundos antes de dar um grande suspiro e responder: 

“Sim, se isso servir para salvar a Liz”.

Enquanto decorria a transfusão, ele estava deitado numa cama ao lado da sua irmã. Sorridentes, enquanto nós os observávamos, vendo alguma cor a retornar à face da menina, foi então que o menino ficou pálido e parou de sorrir; olhou para o médico e perguntou numa voz embargada: 

“Quando é que eu começo a morrer”?

Sendo apenas uma criança, não tinha compreendido o médico e ele pensou que iria dar todo o seu sangue à sua irmã e mesmo assim aceitou.



Dá tudo por quem amas!


A atitude é tudo
Ama como nunca imaginaste e…
Dança como se ninguém te estivesse a ver!


Depois de lerem este artigo, que me foi enviado em Power Point pela Sónia Craveiro, é provável que vos pareça mais um daqueles “muito lamechas”, que vêm na maior parte das vezes acompanhados por uma música medonha e que servem para nos chegar ao coração, deixar angustiados, obrigando-nos a passar o restante tempo desse dia a tentar esquecer a música…porque a mensagem…nem ficou gravada!

Este, ao contrário, serve apenas para uma pequena reflexão e é provável que nenhuma das situações aqui citadas sejam totalmente verídicas ou de todo. Então para que o coloquei? Foi a pergunta que acabou de fazer, até aposto… J 

Eu explico. É apenas para vos recordar que todos nós já fizemos algo na nossa vida que nos transmitiu estas mesmas lições, mas que deixamos a nossa memória arrumar numa “gavetinha” dentro de uma arrecadação imaginária que todos temos no nosso cérebro e que serve para esconder aquilo que não usamos muito. Por vezes é necessário voltarmos a esse local e fazer uma revisão do que temos guardado…como uma blusa que compramos  usamos uma só vez, sentimo-nos muito bem, mas acabamos por nos cansar dela e colocamos na gaveta das roupas menos usadas. Mas como a moda funciona um pouco como um ciclo, quando mais tarde voltamos às gavetas e vimos essa blusa, pensamos…que giro e isto está de novo na moda...vou usá-la de novo!

Com as nossas acções, podemos e devemos fazer o mesmo. E coloquei este PP aqui, para vos convidar a ir à arrecadação e tirar as vossas melhores atitudes/compensações espirituais para fora das gavetas e voltar a usá-las, não por uma moda, mas porque é o mais correcto fazermos! Por nós e pelos outros. 

Obrigada.  ZD J
(Infelizmente não temos o autor(a) deste PP)

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Em busca da velha judiaria de Lisboa!



Vestígios da Lisboa Romana encontrados entre a Rua dos Douradores 
e a Rua dos Fanqueiros.


A prevista transformação num hotel do edifício onde outrora funcionou o Convento Corpus Christi, entre a Rua dos Fanqueiros e a Rua dos Douradores, determinou a realização de uma campanha arqueológica que permitiu encontrar vestígios do período romano. Cinco tanques de salga foram até agora o achado mais surpreendente.

Texto: Fernanda Ribeiro   
Fotografias: Luísa Ferreira


Uma malograda tentativa de assassinato de João IV, ocorrida em 1647 durante a procissão do Corpo de Deus, levou a rainha D. Luísa de Gusmão a mandar erguer na actual Rua dos Fanqueiros o Convento do Corpus Christi,  para celebrar o facto de o rei ter escapado ileso.
 
É na zona desse antigo Convento, parcialmente destruído pelo terramoto e que hoje está ainda ocupado por lojas e habitações, que decorrem agora escavações arqueológicas. Elas já permitiram encontrar ossários e vários níveis de ocupação, a mais surpreendente das quais se revelou com o achado de cinco tanques de salga romanos, as cetárias, onde se guardava o pescado e se produzia o garum, um molho de peixe usado pelos romanos e também pelos gregos.

 
As escavações em curso, precedidas por sondagens prévias feitas em 2011, iniciaram-se há cerca de dois meses e estão a cargo da Empatia, empresa de arqueologia do Porto chamada pelos proprietários do edifício que ocupa todo um quarteirão entre a Rua dos Fanqueiros e a Rua dos Douradores e pertence actualmente ao fundo imobiliário Corpus Christi, associado ao grupo Espírito Santo e à seguradora Tranquilidade.

 
Numa primeira fase, o que mais surpreendeu os arqueólogos, que encontraram níveis da época da construção do convento, bem como níveis do terramoto, foi sobretudo a descoberta de níveis de ocupação romana.

 
Não é anormal, reconhecem, até porque, um pouco mais abaixo, na Rua da Prata, há o criptopórtico e as galerias romanas que a câmara municipal abre ao público uma vez por ano. Mas as cetárias agora detectadas estão mais para o interior da cidade. Indicam que nas proximidades deveria haver um ponto de escoamento dos produtos ali guardados. E a descoberta foi estimulante para o trabalho que está a ser desenvolvido.

 
Na primeira fase dos trabalhos, foram detectadas duas zonas de enterramento. Uma delas na área que tem acesso pela Rua dos Douradores, onde foi descoberto um ossário bastante grande. Parte dele foi já removido, depois de ter sido desenhado, fotografado e de se terem tirado cotas às peças encontradas.

No ossário descoberto junto à Rua dos Douradores, 
existem várias partes de esqueletos.

À vista está ainda uma amálgama de partes de vários esqueletos humanos, em que se destaca um crânio e, já um pouco mais enterrados, extremidades de ossos de pés e de mãos, que permitem supor a existência de outros enterramentos por baixo deste, como explicou ao Corvo uma das arqueólogas e antropólogas da equipa da Empatia envolvida nestes trabalhos. “Devemos ter enterramentos por baixo, mas estamos à espera de tirar o ossário para prosseguir as escavações e alargá-las, porque podem estender-se também para lá da porta (que conduz a uma outra sala) ”, afirmou a antropóloga da equipa da Empatia.



Sobre a época a que remontam estas ossadas, o que se sabe é que elas estão balizadas no tempo, entre a data da construção do Convento, 1648 e 1834, a data da extinção das ordens religiosas. Depois disso, em Lisboa deixou praticamente de haver enterramentos nas Igrejas, como sucedia até então.


A datação dos ossos será sobretudo feita através de outros materiais associados a eles, encontrados no mesmo local, explica a arqueóloga. O que se vê nos filmes e nas séries de televisão, em que, por processos laboratoriais, em escassos minutos se consegue datar um esqueleto, não acontece com a mesma rapidez na realidade. Além de ser um processo caro e uma prática pouco seguida ainda em Portugal.


Na sala contígua à do ossário, estão os tanques de salga romanos, a uma cota que não é sequer muito baixa. Uma dessas cetárias está completa e as outras não. Este achado vai determinar o alargamento da sondagem, para confirmar se há mais tanques de salga para sudoeste da Rua dos Douradores. Uma terceira fora já encontrada na anterior escavação feita no Convento, do lado virado à Rua dos Fanqueiros.


Em busca da velha judiaria


Aí foi também encontrada outra zona de enterramentos, com vestígios de caixões e contendo ossos de esqueletos que foram entretanto removidos. Há também muita pedra de grandes dimensões, alguma dela talhada, que poderá ser do piso do Convento. “Mas, para já, o que temos pela frente é uma incógnita”, diz o arqueólogo Filipe Soares Pinto, da Empatia.


Níveis medievais não apareceram ainda. Nos vestígio já descobertos há um “salto” no tempo: da época da construção do Convento, vai-se directamente para os níveis romanos. A expectativa dos arqueólogos é agora saber se ali se poderá encontrar a velha judiaria, tendo em conta que a nova judiaria se encontra na zona mais baixa da cidade, onde actualmente está o Museu do Banco de Portugal.


“Há uma série de áreas que revelam algumas surpresas, e é isso que obriga ao alargamento dos trabalhos. Depois, não sabemos o que irá aparecer”, diz um dos arqueólogo da equipa da Empatia.


Falta de empatia com as escavações, uma paixão para quem as faz,  sentem os muitos lojistas que ocupam a zona térrea do antigo Convento, aos quais é pedido pelos proprietários do imóvel que abandonem o edifício a troco de quase nada – o pagamento de um ano de rendas –, o que tem levado muitos deles a não permitir a entrada dos arqueólogos nas áreas que têm por enquanto arrendadas.


Os proprietários do antigo Convento, o fundo imobiliário Corpus Christi, associado à Tranquilidade, quer que os inquilinos saiam até Setembro, para iniciar as obras do hotel, que terão também de aguardar a conclusão das sondagens arqueológicas.

O tanque de salga romano agora descoberto revela-se um vestígio importante.


Fonte:


Calendário Judaico - O Mês de Tamuz!


O Mês de Tamuz!






Segundo o Sefer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele.






Tamuz é o quarto dos doze meses do calendário judaico. Tamuz dá início à estação" (tekufá) do verão. 




Os três meses dessa estação, Tamuz, Av e Elul, correspondem às três tribos do acampamento de Reuven – Reuven, Simeon e Gad – que estavam situadas ao sul.



Tamuz é o mês do pecado do bezerro de ouro, que resultou na quebra das Tábuas. Naquele mesmo dia, 17 de Tamuz, têm início o período de três semanas (terminando a 9 de Av) que assinala a destruição do Templo Sagrado em Jerusalém.







Este é o mês no qual os espiões enviados por Moisés viajaram pela Terra de Israel para vê-la e relata-la ao povo. (Eles retornaram na véspera de 9 de Av).


Letra: chet

O formato da letra chet é composto por duas letras prévias do alfabeto hebraico, o vav e o zayin (correspondendo aos dois meses prévios de Iyar e Sivan), conectados do alto por uma fina "ponte". No que diz respeito ao sentido da visão, o formato do chet representa a dinâmica de luz espiritual sendo emitida dos olhos (o vav) e a luz física retornando do objecto observado, aos olhos (o zayin).





A palavra Tamuz se escreve em hebraico: "tam" – "conectar", "consumar" – vav zayin – as duas letras que juntas formam o chet. Mazal: sartan (Câncer = caranguejo). Um dos significados do radical de sartan, seret, é uma "tira" visual em geral ou, (como no hebraico moderno) especificamente uma fita de "filme".

O sentido espiritual da visão de Tamuz é a capacidade de "ver através" da realidade física para contemplar a sua Fonte Divina. De acordo com este raciocínio, a palavra sartan é entendida como sendo composta de duas palavras: sar tan – que  significa literalmente : "remove o corpo" (a fim de revelar a alma), i.e., remover a "concha" exterior da realidade (através do poder da visão concentrada) a fim de revelar o "fruto" da realidade interior e a força de vida.


O nome Reuven

O nome Reuven vem do radical "ver", o sentido de Tamuz. A pedra preciosa de Reuven no peitoral do Sumo Sacerdote é o odem, o rubi (de Reuven), que devido à brilhante cor vermelha (odem significa vermelho) é das pedras mais  sensualmente visível. 




O vermelho é a mais sedutora de todas as cores, sugerindo ou a queda do homem (em hebraico odem [vermelho]) tem a mesma grafia que adam [homem], como no pecado do bezerro de ouro, ou a suprema elevação e retificação do homem, com a vinda de Mashiach.


Visão

O verão (a época de Tamuz) é o "feriado" dos olhos. É nessa ocasião que se deve  "guardar" os olhos para ver somente aquilo que é bom (no mundo em geral e no próximo em particular) e recatado. A capacidade de guardar e focalizar correctamente o olhar é o "sentido" rectificado da visão.



Yaacov  -  Holy Light 
(Pintor desconhecido)


No final da bênção de Moisés a Israel ele disse (Devarim 33:28): "betach badad ein Yaacov – certamente, sozinho, está o olho de Yaacov." A palavra betach, "certamente", é um acrónimo para três palavras: bracha tov chayim, bênção, bem e vida. Estes são os três pontos principais da visão rectificada, como está escrito: (Devarim 11:26): "Vê, coloquei diante de vós hoje a vida e o bem, e a morte e o mal… e escolhereis vida." Com relação a estes três, deve-se treinar os olhos (tanto física quanto espiritualmente) para ver somente a dimensão interior positiva da realidade e não se concentrar na realidade externa, a "casca" negativa".

Este é o significado de "certamente, sozinho, está o olho de Yaacov". O sentido do olho judeu ("o olho de Yaacov") é para apenas ("sozinho") ver aquilo que é "certamente" – a bênção de D’us, o bem e a vida.


Mão direita




A mão direita, em geral, e seu dedo indicador, em particular, serve para dirigir e focalizar a visão da pessoa.

Ao ler o Rolo de Torá, é costume apontar para cada palavra com um "dedo" de prata. É costume também usar a mão direita para fazer sinais que indiquem as nuanças de entonação para o leitor da Torá.






O anel de casamento é colocado pelo noivo no dedo indicador da mão direita da noiva. Isso eleva o casal ao nível de "minha pomba" (Shir Hashirim 5:2), a intensa expressão de amor transmitida pelo incessante olhar um nos olhos do outro (deixando os olhos vermelhos como um rubi) – "teus olhos são como pombas" – (Shir Hashirim 5:12).




Fonte: